Os reflexos da COVID-19 no setor da construção civil

Coronavírus no Brasil

O primeiro caso de contágio pelo novo Coronavírus no Brasil foi registrado em 26 de fevereiro de 2020. A primeira morte decorrente da COVID-19 foi registrada em 17 de março. Ambos os casos aconteceram no Estado de São Paulo.

Em 20 de março, as Secretarias Estaduais de Saúde já registravam 961 infectados em 23 Estados, além do Distrito Federal. Na data também já eram 11 as mortes registradas, sendo 9 no Estado de São Paulo.

O ritmo de contágio no Brasil se apresenta muito similar ao registrado na Itália, conforme o Observatório Covid-19 BR. O Observatório é formado por cientistas da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), da Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade de Berkley (nos Estados Unidos) e Universidade de Oldenburg (na Alemanha).

Especialmente na semana iniciada em 16 de março ações de isolamento social começaram a ser tomadas no País. Além do cancelamento em massa de eventos de todos os tipos, as empresas começaram a adotar a política de home office. O entendimento é que atitudes como estas ajudam a reduzir o ritmo de contágio e, dessa maneira, evitar a sobrecarga no sistema de saúde.

No dia 20 de março, o Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que a expectativa é que os casos no Brasil disparem entre os meses de abril a junho. É para este período que o Governo espera uma demanda bastante acentuada e acelerada por leitos de hospital.

Como reduzir o risco de contágio por Coronavírus

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene. Dentre elas, lavar bem as mãos, incluindo dedos, unhas, punho, palma e dorso, com água e sabão.

O uso do álcool gel também é indicado para higienizar as mãos e também para limpar objetos como telefones, teclados, cadeiras, maçanetas, dentre outros.

Para a limpeza doméstica e desinfecção de superfícies, o recomendável é usar os produtos usuais, com preferência ao uso de água sanitária. Sempre em uma solução de uma parte de água sanitária para 9 partes de água.

Ao tossir ou espirrar, a recomendação é usar lenço descartável. Evite tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

Para higienizar louças e roupas, basta usar detergentes próprios para cada um dos casos. Caso as roupas sejam de pessoas infectadas, o ideal é que a higienização seja feita à parte. Quando não for possível fazer a lavagem imediatamente, armazene as roupas sacos plásticos até lavar.

O uso de máscaras faciais descartáveis é recomendado para profissionais da saúde, cuidadores de idosos, mães amamentando e pessoas diagnosticadas com o coronavírus.

O Ministério recomenda a compra antecipada de medicamentos para redução da febre, controle da tosse, como xaropes e pastilhas, além de medicamentos de uso contínuo.

Da mesma maneira, o Ministério recomenda a compra de produtos de higiene como medida de prevenção. Para crianças, recomenda-se a compra de fraldas e demais produtos em maior quantidade para evitar aglomerações em supermercados e farmácias.

Como está o cenário de construção civil na pandemia

Mesmo em meio à pandemia, existe um cenário bastante promissor para o mercado da construção civil. Para isso, é fundamental que as empresas desse setor entendam como se readaptar para reduzir ao máximo os impactos causados pela crise da COVID-19. Ainda que a situação ainda permaneça, especialistas da área estão bastante otimistas em relação aos resultados que podem alcançar.

O mercado de construção civil na pandemia teve seus momentos críticos, porém, a tendência é que o setor se normalize, trazendo novas oportunidades de negócio às construtoras. Ainda assim, é preciso entender mais a fundo como está a situação para se adaptar corretamente e trazer mais segurança às partes envolvidas nos processos.

 Fonte: https://www.sienge.com.br/coronavirus-impactos-na-construcao-civil/ https://armac.com.br/blog/engenharia/construcao-civil-na-pandemia/

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